Entre em contato através do nosso WhatsApp.
Contato Via

Blog, vertice

Licenciamento Bovino: o que é, quando é necessário e por que contar com apoio técnico especializado

Publicado em 8 de janeiro de 2026

O licenciamento ambiental para atividades de criação de gado não é apenas uma exigência legal — é um passo essencial para garantir que sua produção esteja alinhada com as normas ambientais, evitando multas e assegurando benefícios como acesso a crédito e regularização fundiária.

Neste post, explicamos tudo o que você precisa saber sobre o licenciamento bovino, seus tipos, quando é necessário e por que contar com suporte técnico faz toda a diferença.

O que é o licenciamento bovino?

O licenciamento bovino é um processo obrigatório de avaliação e autorização ambiental para atividades relacionadas à pecuária (corte, leite ou confinamento). Seu objetivo é garantir que o uso do solo, da água, o manejo de resíduos e o respeito à vegetação nativa ocorram de forma sustentável, minimizando impactos ambientais e assegurando a conformidade com a legislação vigente.

Quando ele é necessário?

Nem toda criação de gado exige licenciamento, mas ele se torna obrigatório em situações como:

  • Confinamentos, semi-confinamentos ou atividades de larga escala;

  • Instalações que geram resíduos orgânicos significativos;

  • Atividades em áreas ambientalmente sensíveis ou de preservação (APPs);

  • Abertura de pastagens mediante desmatamento.

A exigência e o tipo de licença variam conforme o número de cabeças de gado e o potencial poluidor da atividade, sendo definidos pelas normas ambientais estaduais.

Tipos de licenciamento

Existem dois tipos principais de licenciamento:

  • Licença Ambiental Simplificada (LAS): Aplicada a empreendimentos de menor porte e menor impacto ambiental.

  • Licenciamento trifásico (LP, LI, LO): Mais completo e exigido para atividades com maiores impactos ambientais. É composto por três etapas:

    • Licença Prévia (LP): Avalia a viabilidade ambiental do projeto.

    • Licença de Instalação (LI): Autoriza a construção das estruturas.

    • Licença de Operação (LO): Permite o funcionamento e a produção (como a ordenha de leite, por exemplo).

O que é avaliado no processo?

Durante o licenciamento, os órgãos ambientais analisam:

  • Uso e conservação do solo;

  • Preservação da vegetação nativa;

  • Qualidade e uso dos recursos hídricos;

  • Manejo de resíduos e efluentes (proibido lançá-los diretamente em corpos d’água);

  • Controle de vetores como insetos e roedores.

Renovação e vantagens de estar regularizado

A licença tem validade e deve ser renovada antecipadamente (recomenda-se iniciar o processo com pelo menos 120 dias de antecedência). Durante a análise, é possível manter a validade da licença por meio da Certidão de Renovação por Prorrogação Automática (CRPA).

Estar devidamente licenciado traz uma série de vantagens:

  • Evita autuações e embargos;

  • Garante a regularidade ambiental da propriedade;

  • Facilita o acesso a crédito e programas de incentivo governamentais;

  • Valoriza a imagem do produtor junto ao mercado e à sociedade.

A importância do suporte técnico

O processo de licenciamento pode ser complexo, especialmente nos casos de licenciamento trifásico. Por isso, contar com a orientação de profissionais qualificados, como engenheiros agrônomos, biólogos e consultores ambientais, é essencial para assegurar que todas as exigências sejam cumpridas de forma ágil e eficiente.

Precisa regularizar sua atividade pecuária?

A Vértice possui uma equipe técnica especializada em consultoria ambiental e pode auxiliar em todas as etapas do licenciamento. Entre em contato conosco e garanta segurança jurídica e sustentabilidade para sua produção.

Fale com a Vertice agora mesmo