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	<title>Arquivo de blog - Vertice</title>
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	<description>Soluções técnicas em agrimensura, planejamento agropecuário e consultoria ambiental. Atuamos em todas as etapas, da medição de terrenos à regularização e viabilidade de projetos. Unidades em Rondonópolis e Primavera do Leste, Mato Grosso.</description>
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		<title>O que esperar do Plano Safra 2026/27?</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2026/06/16/o-que-esperar-do-plano-safra-2026-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativas sobre Recursos e Taxas de Juros Com a proximidade do lançamento do novo Plano Safra 2026/27, o setor agropecuário está atento às novidades e aos rumos do financiamento rural. Em um evento recente, o ministro da agricultura, André de Paula, trouxe boas perspectivas: o próximo Plano Safra deve contar com um volume de recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17798" src="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin.png" alt="" width="1746" height="901" srcset="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin.png 1746w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin-300x155.png 300w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin-1024x528.png 1024w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin-768x396.png 768w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/plano-safra-linkedin-1536x793.png 1536w" sizes="(max-width: 1746px) 100vw, 1746px" /></h1>
<h1><b>Expectativas sobre Recursos e Taxas de Juros</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a proximidade do lançamento do novo Plano Safra 2026/27, o setor agropecuário está atento às novidades e aos rumos do financiamento rural. Em um evento recente, o ministro da agricultura, André de Paula, trouxe boas perspectivas: </span><b>o próximo Plano Safra deve contar com um volume de recursos ainda maior do que o do ano passado</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>O foco principal: Taxas de Juros mais acessíveis</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da promessa de mais dinheiro no mercado, a principal preocupação do governo não é o volume de recursos a ser liberado, mas sim as taxas de juros. O objetivo do governo federal é garantir </span><b>uma taxa de juros mais acessível para o produtor rural</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se ter uma ideia do cenário atual, as taxas de juros estão girando em torno de </span><b>14% para produtores em geral</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>10% para os beneficiários do Pronamp</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>O que o mercado projeta?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos produtores estão com dúvidas sobre o cenário do crédito e quais serão as taxas reais oferecidas. A expectativa no setor é otimista: acredita-se que o governo trará taxas de juros mais amigáveis em relação ao patamar atual, facilitando a tomada de crédito. No entanto, é preciso ter cautela e aguardar a publicação oficial do governo federal.</span></p>
<h3><b>Anote na agenda</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A divulgação oficial do novo Plano Safra 26/27 está marcada para o dia </span><b>1º de julho</b><span style="font-weight: 400;">. É exatamente nesta data que teremos a </span><b>confirmação oficial das novas taxas de juros e das regras</b><span style="font-weight: 400;"> que guiarão o financiamento do agronegócio neste novo ciclo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até lá, o ideal é ir estruturando as necessidades da sua propriedade para estar pronto no momento em que os recursos forem liberados!</span></p>
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		<title>CRÉDITO RURAL E PRODES: COMO AS NOVAS REGRAS AMBIENTAIS PODEM IMPACTAR O FINANCIAMENTO DA SUA PROPRIEDADE</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2026/06/08/credito-rural-e-prodes-como-as-novas-regras-ambientais-podem-impactar-o-financiamento-da-sua-propriedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[credito rural]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[prodes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acesso ao crédito rural está entrando em uma nova fase no Brasil. As recentes mudanças nas regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) trouxeram uma novidade que exige a atenção de todos os produtores rurais: as informações ambientais obtidas por satélite passarão a influenciar diretamente a concessão de financiamentos agropecuários. Na prática, isso significa que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17791" src="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1.png" alt="" width="1747" height="900" srcset="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1.png 1747w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-300x155.png 300w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-1024x528.png 1024w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-768x396.png 768w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-1536x791.png 1536w" sizes="(max-width: 1747px) 100vw, 1747px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso ao crédito rural está entrando em uma nova fase no Brasil. As recentes mudanças nas regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) trouxeram uma novidade que exige a atenção de todos os produtores rurais: as informações ambientais obtidas por satélite passarão a influenciar diretamente a concessão de financiamentos agropecuários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que a situação ambiental da propriedade rural deixa de ser apenas uma questão de conformidade legal e passa a impactar diretamente o acesso ao crédito, a competitividade do negócio e até mesmo as oportunidades comerciais futuras.</span></p>
<p><b>O que é o PRODES?</b><span style="font-weight: 400;"> O PRODES é um sistema desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para monitorar a supressão da vegetação nativa por meio de imagens de satélite. Seu objetivo é identificar áreas onde houve remoção da vegetação natural, produzindo informações que são utilizadas por órgãos públicos, instituições financeiras e diversas entidades ligadas ao meio ambiente.</span></p>
<p><b>O que muda para o crédito rural?</b><span style="font-weight: 400;"> De acordo com as novas normas editadas pelo CMN, as instituições financeiras deverão considerar, na análise de crédito rural, as ocorrências de supressão de vegetação nativa identificadas pelo sistema PRODES a partir de </span><b>31 de julho de 2019</b><span style="font-weight: 400;">, considerada a data de referência para a aplicação dos novos critérios ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imóveis rurais que possuam polígonos de supressão de vegetação registrados após essa data poderão ser submetidos a verificações adicionais ou, caso não comprovem sua regularidade ambiental, impedidos de acessar o crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para permitir a adaptação do setor produtivo, a implementação dessas exigências ocorrerá de forma escalonada, de acordo com o porte do imóvel rural:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis com área superior a 15 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>4 de janeiro de 2027</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis entre 4 e 15 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>1º de julho de 2027</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis com até 4 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>3 de janeiro de 2028</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><b>A Visão do Especialista: O que fazer agora?</b><span style="font-weight: 400;"> Diante desse novo cenário, a principal recomendação não é o pânico, mas sim a </span><b>antecipação</b><span style="font-weight: 400;">. O primeiro passo para qualquer produtor rural é realizar uma avaliação técnica preventiva do imóvel junto a uma equipe ambiental especializada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa análise permitirá identificar se existem polígonos de supressão nas bases do PRODES associados à propriedade e, principalmente, verificar se tais ocorrências correspondem efetivamente à realidade do local. É importante destacar que nem toda detecção realizada por satélite representa necessariamente um passivo ambiental; em diversos casos, ocorrem os chamados </span><b>falsos positivos</b><span style="font-weight: 400;">, gerados por interpretações equivocadas da imagem.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Em caso de Falso Positivo:</b><span style="font-weight: 400;"> É possível elaborar um Laudo Técnico para apresentação ao INPE, demonstrando a inconsistência da detecção e solicitando a correção da base oficial do PRODES, providência fundamental para evitar restrições indevidas ao crédito.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Em caso de Supressão Efetiva:</b><span style="font-weight: 400;"> O caminho passa pelas alternativas de regularização previstas na legislação, especialmente por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA).</span></li>
</ul>
<p><b>Por que você não deve esperar os prazos finais?</b><span style="font-weight: 400;"> Embora estejamos em uma fase de transição, processos como a correção de inconsistências cadastrais, a revisão de apontamentos no INPE e a regularização ambiental podem demandar meses para sua conclusão. Ao contrário do que muitos imaginam, o principal risco não está na existência de uma ocorrência PRODES, mas sim na </span><b>falta de tempo hábil</b><span style="font-weight: 400;"> para solucionar a pendência quando as exigências passarem a ser aplicadas pelos bancos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A regularidade ambiental tornou-se uma tendência irreversível, assumindo papel relevante nos processos de financiamento, certificação, rastreabilidade e comercialização. O produtor que realiza um diagnóstico antecipado ganha tempo, reduz riscos, amplia seu acesso ao crédito e fortalece sua posição perante um mercado nacional e internacional cada vez mais exigente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um cenário onde a conformidade ambiental se tornou um ativo econômico, a antecipação deixou de ser uma opção e passou a ser uma estratégia de gestão. </span><b>A mensagem é simples: não espere o banco apontar um problema para descobrir a situação ambiental da sua propriedade.</b></p>
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		<title>Dificuldades no Agro e o Rigor dos Bancos: Por que a Regularização Fundiária e Ambiental se Tornou a Chave para o Crédito?</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2026/05/22/dificuldades-no-agro-e-o-rigor-dos-bancos-por-que-a-regularizacao-fundiaria-e-ambiental-se-tornou-a-chave-para-o-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro vive um momento de atenção. Entre os desafios climáticos recentes e a volatilidade do mercado, um novo obstáculo tem tirado o sono de muitos produtores rurais na hora de financiar a próxima safra: a tolerância zero das instituições financeiras com pendências documentais. Como foi muito bem pontuado no segundo episódio do nosso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17772" src="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dificuldade-credito-stories.png" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dificuldade-credito-stories.png 1200w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dificuldade-credito-stories-300x157.png 300w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dificuldade-credito-stories-1024x535.png 1024w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dificuldade-credito-stories-768x401.png 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O agronegócio brasileiro vive um momento de atenção. Entre os desafios climáticos recentes e a volatilidade do mercado, um novo obstáculo tem tirado o sono de muitos produtores rurais na hora de financiar a próxima safra: a tolerância zero das instituições financeiras com pendências documentais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como foi muito bem pontuado no segundo episódio do nosso podcast </span><i><span style="font-weight: 400;">Conexão VERTICE</span></i><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p><b>&#8220;A dificuldade financeira no agro ela está instaurada. Viemos agora com alguns problemas climáticos e não podemos deixar de comentar que teve uma explosão de recuperação judicial. Então toda a instituição financeira seja privada ou seja pública tem se tornado mais exigente na liberação de crédito&#8221;.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que esse &#8220;rigor extremo&#8221; significa na prática para o produtor? Significa que a era do improviso documental acabou.</span></p>
<h3><b>O &#8220;Pente-Fino&#8221; Documental e os Entraves de Crédito</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o aumento dos riscos operacionais e financeiros, os bancos blindaram suas operações de crédito rural. Hoje, ao solicitar um financiamento, a instituição financeira realiza um cruzamento de dados rigoroso. O analista do banco vai verificar se o nome e o CPF do proprietário estão rigorosamente iguais e coerentes em todos os sistemas: na Matrícula do imóvel, no Cadastro Ambiental Rural (CAR), no Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) e no Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a matrícula diz que a fazenda é do &#8220;José&#8221;, mas o CAR está no nome do &#8220;Ricardo&#8221; (o antigo dono), a operação trava na mesma hora. O banco não aprova e o crédito não sai enquanto a situação não for 100% regularizada.</span></p>
<h3><b>A Cultura do &#8220;Contrato de Gaveta&#8221; cobrando seu preço</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Historicamente, muitos negócios imobiliários rurais no Brasil são feitos por meio de contratos de compromisso de compra e venda (o famoso contrato de gaveta), sem a imediata lavratura de uma escritura pública de compra e venda e o seu devido registro na matrícula do imóvel. O problema é que, para o mundo jurídico e financeiro, </span><b>&#8220;só é dono quem registra&#8221;</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o produtor deixa para atualizar a documentação de uma área que comprou, desmembrou ou anexou apenas no momento em que precisa do dinheiro do banco — muitas vezes numa &#8220;sexta-feira, às 3 horas da tarde&#8221; para fechar a operação —, ele se depara com a dura realidade de que processos de regularização ambiental e fundiária levam tempo e não se resolvem do dia para a noite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os cadastros hoje estão todos interligados. A emissão do CCIR no Incra e as atualizações no CAR dependem diretamente do que consta averbado e registrado na matrícula do imóvel. Hoje, inclusive, tornou-se obrigatório ter o recibo do CAR registrado à margem da matrícula.</span></p>
<h3><b>Prevenção: O Melhor Caminho</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante do cenário atual de restrição de crédito e rigor das instituições, a regularização fundiária e ambiental deixou de ser uma mera burocracia e passou a ser </span><b>urgente e essencial para o desenvolvimento da propriedade rural</b><span style="font-weight: 400;">. Atualmente, praticamente não há espaço para déficits no CAR, pois a regularidade ambiental tornou-se requisito básico não apenas para crédito, mas também para venda a frigoríficos e registros em cartório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande lição que fica é a prevenção. Manter o CAR atualizado e garantir a segurança jurídica por meio do registro correto da propriedade são os únicos caminhos seguros para garantir que o seu fluxo de caixa não seja interrompido na hora que você mais precisa.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Precisa alinhar a documentação da sua fazenda para não perder a janela de crédito rural? </span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><i><span style="font-weight: 400;">A VERTICE conta com especialistas em planejamento agropecuária, regularização fundiária e ambiental. </span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i><i><span style="font-weight: 400;">Entre em contato conosco e evite que a burocracia trave a sua safra.</span></i></p>
<p><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=556634231952&amp;text="><i><span style="font-weight: 400;">Clique aqui.</span></i></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://verticemt.com.br/2026/05/22/dificuldades-no-agro-e-o-rigor-dos-bancos-por-que-a-regularizacao-fundiaria-e-ambiental-se-tornou-a-chave-para-o-credito/">Dificuldades no Agro e o Rigor dos Bancos: Por que a Regularização Fundiária e Ambiental se Tornou a Chave para o Crédito?</a> apareceu primeiro em <a href="https://verticemt.com.br">Vertice</a>.</p>
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		<title>Justiça suspende parcialmente efeitos do Decreto nº 12.689/2025 e volta a exigir certificação para imóveis acima de 100 hectares</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2026/05/14/justica-suspende-parcialmente-efeitos-do-decreto-no-12-689-2025-e-volta-a-exigir-certificacao-para-imoveis-acima-de-100-hectares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[incra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma decisão recente da Justiça Federal do Maranhão trouxe novos desdobramentos sobre o Decreto nº 12.689/2025, norma que havia prorrogado os prazos de exigência da certificação de imóveis rurais vinculada ao georreferenciamento. A ação popular, movida com alcance nacional, questiona os efeitos do decreto que transferia para 2029 a obrigatoriedade da certificação de imóveis rurais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verticemt.com.br/2026/05/14/justica-suspende-parcialmente-efeitos-do-decreto-no-12-689-2025-e-volta-a-exigir-certificacao-para-imoveis-acima-de-100-hectares/">Justiça suspende parcialmente efeitos do Decreto nº 12.689/2025 e volta a exigir certificação para imóveis acima de 100 hectares</a> apareceu primeiro em <a href="https://verticemt.com.br">Vertice</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma decisão recente da Justiça Federal do Maranhão trouxe novos desdobramentos sobre o Decreto nº 12.689/2025, norma que havia prorrogado os prazos de exigência da certificação de imóveis rurais vinculada ao georreferenciamento.</p>
<p>A ação popular, movida com alcance nacional, questiona os efeitos do decreto que transferia para 2029 a obrigatoriedade da certificação de imóveis rurais junto ao SIGEF/INCRA.</p>
<p>O que decidiu a Justiça?</p>
<p>Na decisão, o juiz deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência, suspendendo os efeitos do Decreto nº 12.689/2025 apenas para os imóveis rurais cujos prazos de exigência do georreferenciamento já estavam vencidos conforme o decreto anterior.</p>
<p>Com isso, volta a ser obrigatória, ao menos provisoriamente, a certificação dos imóveis rurais com área superior a 100 hectares.</p>
<p>A decisão ainda pode mudar?</p>
<p>Sim. A decisão judicial ainda cabe recurso e poderá sofrer alterações ao longo do andamento do processo. Porém, até que haja nova deliberação judicial, permanece válida a determinação atual.</p>
<p>Na prática, proprietários de imóveis rurais acima de 100 hectares devem retomar a atenção quanto à obrigatoriedade da certificação do georreferenciamento para procedimentos registrais e regularização fundiária.</p>
<p>Por que isso é importante?</p>
<p>O georreferenciamento e a certificação são fundamentais para garantir segurança jurídica nas operações envolvendo imóveis rurais, como:</p>
<p>compra e venda;<br />
desmembramentos;<br />
financiamentos;<br />
regularização fundiária;<br />
transmissões de propriedade;<br />
registros imobiliários.</p>
<p>Além disso, a certificação adequada evita entraves futuros em cartórios, instituições financeiras e órgãos públicos.</p>
<p>Acompanhamento técnico é essencial</p>
<p>Diante das constantes alterações normativas e decisões judiciais relacionadas ao tema, é fundamental que produtores rurais e proprietários de imóveis acompanhem os desdobramentos com apoio técnico especializado.</p>
<p>A VERTICE segue acompanhando a evolução desse processo e manterá seus clientes e parceiros informados sobre novas decisões e impactos para o setor rural.</p>
<p>Para orientações sobre georreferenciamento, certificação e regularização fundiária, entre em contato com nossa equipe.</p>
<p>Fonte: Incra</p>
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		<title>Incra moderniza regularização fundiária com novas regras e sistema unificado</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:21:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de regularização de imóveis localizados em terras públicas federais acaba de passar por uma atualização importante. O Incra implementou novos procedimentos de monitoramento, análise e liberação das cláusulas e condições resolutivas vinculadas aos títulos de propriedade. O objetivo é deixar essa etapa mais simples, rápida e organizada, sobretudo nas áreas da Amazônia Legal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de regularização de imóveis localizados em terras públicas federais acaba de passar por uma atualização importante. O Incra implementou novos procedimentos de monitoramento, análise e liberação das cláusulas e condições resolutivas vinculadas aos títulos de propriedade. O objetivo é deixar essa etapa mais simples, rápida e organizada, sobretudo nas áreas da Amazônia Legal, onde se concentra grande parte das titulações pendentes.</p>
<p>As mudanças ocorreram com a entrada em vigor da Instrução Normativa (IN) nº 153, que substituiu a IN nº 124/2022 e reúne orientações atualizadas para quem já tem títulos, mas ainda precisa cumprir requisitos legais a fim de receber o domínio pleno da área. Nessa etapa, o Incra verifica questões como o uso adequado do imóvel, condições ambientais e sociais e o atendimento às obrigações financeiras previstas.</p>
<p>Entre as novidades está a unificação da Certidão de Quitação Financeira e a Certidão de Liberação de Cláusulas Resolutivas. A partir de agora, ambos passam a compor um único documento, simplificando o fluxo de análise e emissão.</p>
<p>A normativa também institui um sistema automatizado que reunirá informações do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Asim, o Incra poderá acompanhar com mais precisão a situação de cada título, reunindo dados fundiários e ambientais em um ambiente único.</p>
<p><strong>Evolução</strong></p>
<p>Desde 2009, com a Lei nº 11.952, as regras aplicadas às áreas sob gestão do Incra e da União vêm sendo consolidadas em um marco jurídico unificado. A IN nº 153 reforça essa linha de aprimoramento.</p>
<p>Segundo o coordenador-geral de Regularização Fundiária do instituto, Ernesto Reis, a atualização representa avanço significativo. “O arcabouço legal da regularização fundiária tem evoluído, e com a IN 153, uma série de adequações, decorrentes do trabalho da equipe técnica do Incra e das orientações jurídicas da Procuradoria Federal Especializada, vão facilitar o processo de análise por parte dos servidores que avaliam os processos”.</p>
<p>Segurança jurídica e paz no campo</p>
<p>A organização da malha fundiária é essencial para promover segurança jurídica e evitar conflitos no meio rural.</p>
<p>Com a padronização e o uso de ferramentas mais modernas, o Incra quer reduzir gargalos e agilizar a conclusão definitiva dos processos para as famílias que dependem desses títulos.</p>
<p>A verificação do cumprimento das cláusulas resolutivas passa a ser feita pela Plataforma de Governança Territorial (PGT), ampliando a transparência e o controle nas fases finais da regularização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: www.gov.br</p>
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		<title>Diferença entre georreferenciamento, certificação da poligonal no Incra e retificação de área</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 18:56:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[georreferenciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste breve artigo, em ordem lógica e cronológica, pretende-se definir o que é georreferenciamento, certificação da poligonal no INCRA e retificação de área realizada no cartório de registro de imóveis. O georreferenciamento é a técnica que determina a localização, forma e dimensão de um imóvel por meio de coordenadas geográficas obtidas via GPS, levantamento topográfico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste breve artigo, em ordem lógica e cronológica, pretende-se definir o que é georreferenciamento, certificação da poligonal no INCRA e retificação de área realizada no cartório de registro de imóveis.</p>
<p>O georreferenciamento é a técnica que determina a localização, forma e dimensão de um imóvel por meio de coordenadas geográficas obtidas via GPS, levantamento topográfico e/ou imagens de satélite, em geral sendo vinculada a um sistema oficial. Essa técnica assegura a identificação precisa do imóvel, fundamental para sua regularização e prevenção de conflitos de limites.</p>
<p>De sua vez, a certificação da poligonal no INCRA é um cadastro que atesta que os limites georreferenciados de um imóvel rural não se sobrepõem a outros previamente inscritos no mesmo cadastro administrativo. Trata-se de cadastro autodeclaratório, visto que criado unilateralmente pelo proprietário ou possuidor de um imóvel, a partir da inserção de suas coordenadas geodésicas no SIGEF &#8211; Sistema de Gestão Fundiária do INCRA por um profissional técnico credenciado. A certificação não reconhece domínio nem constitui um direito à retificação da área cadastrada, o que é atribuição jurídica do registro imobiliário.</p>
<p>Por fim, a retificação de área é o nome dado ao procedimento1 e à averbação realizados no registro de imóveis. Assim, os atos concatenados para fins de realização de uma demarcação de um imóvel no registro imobiliário constituem um &#8220;procedimento&#8221; de retificação realizado diretamente em cartório2. De sua vez, o ato registral decorrente do deferimento do pedido feito neste processo extrajudicial é justamente a &#8220;averbação&#8221; de retificação de área. Portanto, o processo de retificação de área visa especificar na matrícula do imóvel a área física real ou factual, obtida por levantamento topográfico interno (intra muros) e materializada no registro de imóveis mediante a averbação homônima.</p>
<p>Conforme já tivemos a oportunidade de explicar em artigo científico sobre o tema: &#8220;No dia a dia cartorário não é incomum chamar a averbação de retificação de área (prevista no art. 213, II, da LRP) de &#8216;averbação de georreferenciamento&#8217; ou &#8216;averbação de geo&#8217;. No entanto, tecnicamente, a &#8216;retificação de área&#8217; vale-se da técnica de &#8216;georreferenciamento&#8217; para ser realizada, mas essas duas não se confundem&#8221;.3</p>
<p>Outrossim, alguns pontos devem ser ainda esclarecidos. Existe certa divergência acerca da obrigatoriedade do georreferenciamento para os imóveis urbanos, sendo que possivelmente a maioria dos oficiais de registro de imóveis ainda não o exige, embora haja regulamento específico da ABNT estabelecendo sua obrigatoriedade. É certo que o georreferenciamento de imóveis rurais é compulsório para os imóveis cuja área for igual ou superior àquela prevista na legislação (atualmente 25 hectares), havendo divergência de entendimento entre os registradores de imóveis quanto à obrigatoriedade do georreferenciamento para  os imóveis rurais com área inferior4, mesmo que também se aplique o regulamento da ABNT nestes casos, o qual exige a obtenção das coordenadas geodésicas para os atos a serem realizados nos registros públicos, independentemente do tamanho da área do imóvel.5</p>
<p>Como se percebe, o georreferenciamento é pré-requisito, em relação aos imóveis rurais (salvo aqueles com áreas inferiores a 25 hectares), para a realização da certificação da poligonal no INCRA. De igual modo, a certificação da poligonal no INCRA é pré-requisito, nestes casos, para a realização do procedimento e averbação de retificação de área. Embora estejam no mesmo contexto, é importante sabermos que eles não se confundem.</p>
<p>Em suma, para aqueles que entendem que todos os imóveis, urbanos e rurais, devem obrigatoriamente ser georreferenciados, a técnica de georreferenciamento sempre será um pré-requisito, verdadeira conditio sine qua non, para a retificação de área perante o cartório de registro de imóveis. Para os registradores de imóveis que defendem que certos imóveis não precisam de georreferenciamento (v.g., todos os imóveis urbanos e alguns imóveis rurais), bastando uma planta e memorial descritivo simples indicando os rumos ou metragem do perímetro do bem de raiz, a retificação de área prescindirá do georreferenciamento.</p>
<p>Atualmente, nos casos específicos dos imóveis rurais com área igual ou maior que 25 hectares, além de ser obrigatório o georreferenciamento, também deverá o imóvel estar certificado no INCRA, para só então ser realizada a retificação de área em cartório.</p>
<p>Com efeito, é preciso ter um conhecimento prévio destes conceitos, para evitar confusão semântica e entender o funcionamento do procedimento e da averbação de retificação de área que possui regulamentação nos arts. 212 e 213 da lei 6.015/1973 (LRP &#8211; Lei de Registros Públicos) e agora, inclusive, no art. 440-AX do Código Nacional de Normas.</p>
<p>1- A retificação de área, como gênero, é um &#8220;procedimento&#8221;. No entanto, sob a acepção do processo civil também podemos conceituá-la como um &#8220;processo&#8221;, espécie de procedimento, visto que garantido o contraditório a partir das notificações, editais e direito de impugnação (art. 213, §§ 2º a 6º e § 17, da LRP). Conforme ensina Miguel Calmon Dantas, &#8220;Pode-se conceber o procedimento como um gênero, de que o processo seria uma espécie. Neste sentido, processo é o procedimento estruturado em contraditório, no qual as partes têm o direito fundamental de se manifestar e influenciar a decisão, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal&#8221; (DANTAS, Miguel Calmon. Direito fundamental à processualização: ln: GOMES JR., Luiz Manoel; WAMBlER, Luiz Rodrigues; DIDlER JR. Fredie (org.) Constituição e processo. Salvador: Editora JusPodivm, 2007, p. 418).</p>
<p>2- O procedimento extrajudicial de retificação de área, realizado no cartório de registro de imóveis, é o equivalente à ação judicial demarcatória, promovida perante o Poder Judiciário.</p>
<p>3- MALLMANN, Jean. &#8220;Lei&#8221; de georreferenciamento urbano: a partir de agora o registrador de imóveis deve exigir o geo em todos os trabalhos técnicos? Revista de Direito Imobiliário. v. 94. ano 46. p. 247-274. São Paulo: Ed. RT, jan.-jun. 2023, p. 250, grifo nosso.</p>
<p>4- A divergência da práxis cartorial atualmente diz respeito à exigência da realização da técnica de georreferenciamento para imóveis com área inferior a 25 hectares. Como referido, nosso entendimento é o de que sempre será necessário o georreferenciamento, independentemente do tamanho do imóvel. Por outro lado, pela legislação vigente, não há obrigatoriedade de realização da certificação da poligonal no INCRA quando a área for inferior a 25 hectares. Atualmente, portanto, é obrigatória a certificação da poligonal no INCRA apenas para os imóveis com área igual ou superior a 25 hectares, sendo facultativa a certificação para os imóveis com áreas menores. Vale destacar que o art. 10, VII, do Decreto n. 4.449, de 30 de outubro de 2002, alterado pelo Decreto n. 9.311/2018, estabelece que a certificação da poligonal no INCRA passará a ser obrigatória para todos os imóveis rurais objeto de retificação, desmembramento, parcelamento, remembramento e em qualquer situação de transferência de propriedade após 22 (vinte e dois) anos da data da entrada em vigor do decreto presidencial. Assim, perpassada a data-limite de 20/11/2025, inclusive os imóveis rurais com área inferior a 25 hectares terão de ser certificados compulsoriamente perante o INCRA. Pela redação original do decreto esse prazo já iria ter se esgotado em 2018 (porém, foi prorrogado pelo Dec. 7.620/2011) e em 2022 (novamente prorrogado pelo Dec. 9.311/2018, que fixou o prazo atual). Desse modo, não havendo nova prorrogação, todos os imóveis rurais serão obrigados a ser certificados no INCRA a partir de 20 de novembro de 2025.</p>
<p>5- A Norma Brasileira de Regulação aplicável às plantas e memoriais descritivos prevê expressamente a obrigatoriedade de realização de georreferenciamento para todos os imóveis, urbanos e rurais, objeto de retificação perante o registro imobiliário. Conforme ABNT NBR 17047:2022: &#8220;Item 6.1. O levantamento cadastral territorial para registro público deve estar apoiado à Rede de Referência Cadastral Municipal (RRCM) ou, na inexistência desta, deve estar apoiado ao Sistema Geodésico Brasileiro (SGB). [&#8230;] Item 8.1 Os vértices da parcela ou do imóvel devem ser registrados com coordenadas geodésicas (latitude e longitude), utilizando como referencial o Sistema Geodésico de Referência vigente no Brasil&#8221;. De sua vez, o Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078, de 1990) estabelece, em seu art. 39, VIII, a obrigatoriedade de que os serviços fornecidos observem as normas específicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Com efeito, &#8220;A NBR 17047:2022 estabelece que os vértices dos imóveis (urbanos e rurais) devem ser registrados com coordenadas geodésicas, utilizando como referencial o Sistema Geodésico de Referência vigente no Brasil. Desse modo, tratando-se naturalmente de relação de consumo, a referida NBR deve ser aplicada aos profissionais técnicos que realizem georreferenciamento, sendo, pois, objeto de qualificação pelo Oficial de Registro de Imóveis&#8221; (MALLMANN, Jean. &#8220;Lei&#8221; de georreferenciamento urbano: a partir de agora o registrador de imóveis deve exigir o geo em todos os trabalhos técnicos? Revista de Direito Imobiliário. v. 94. ano 46. p. 247-274. São Paulo: Ed. RT, jan.-jun. 2023, p. 250).</p>
<p>Fonte: www.migalhas.com.br</p>
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		<title>CCIR 2025 &#8211; Vem aí</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2025 15:09:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Emissões a partir de 17 de Junho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Emissões a partir de 17 de Junho. </p>
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		<title>SEMA: Governo de MT assina decreto que estabelece período proibitivo de uso do fogo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 14:21:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Mato Grosso assinou, nesta quinta-feira (27.3), o decreto que estabelece o período proibitivo de uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais no Estado. A norma também dispõe sobre a situação de emergência e constitui a sala de situação central em Mato Grosso. A assinatura do decreto ocorreu durante o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Mato Grosso assinou, nesta quinta-feira (27.3), o decreto que estabelece o período proibitivo de uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais no Estado. A norma também dispõe sobre a situação de emergência e constitui a sala de situação central em Mato Grosso.</p>
<p>A assinatura do decreto ocorreu durante o evento de lançamento do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais para o ano de 2025, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Assinaram o documento o governador Mauro Mendes e os secretários Fábio Garcia (Casa Civil), Mauren Lazzaretti (Meio Ambiente) e coronel PM César Augusto Roveri (Segurança Pública).</p>
<p>No Pantanal, o uso de fogo fica proibido entre 1º de junho e 31 de dezembro. Já na Amazônia e no Cerrado, é entre 1º de julho a 30 de novembro.</p>
<p>A medida levou em consideração as previsões de condições climáticas adversas com estiagem prolongada, altas temperaturas, ondas de calor, baixa umidade relativa do ar e ventos intensos, todos ingredientes que favorecem as ocorrências de incêndios florestais, para este ano de 2025.</p>
<p>&#8220;A cada ano, aprimoramos as ações que visam a prevenção e combate aos incêndios, que são consideradas estratégicas. Teremos, no ano de 2025, intensos desafios pelas condições climáticas de escassez hídricas e altas temperaturas. Mas nosso planejamento está muito melhor que nos anos anteriores, o que vai nos permitir dar uma resposta diferenciada&#8221;, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.</p>
<p>Durante o período restritivo, as licenças de queima controlada emitidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) ficam suspensas. Já o uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.</p>
<p>A proibição não se aplica às queimas realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e combate a incêndios florestais.</p>
<p>O decreto declara situação de emergência ambiental entre março e dezembro no Centro-Sul, Sudeste e Sudoeste, região que engloba o Pantanal. No nordeste de Mato Grosso, será entre abril e dezembro; e no norte do Estado, entre abril e novembro.</p>
<p>Entre as ações autorizadas na normativa, está a contratação de brigadistas para atuarem na Temporada de Incêndios Florestais (TIF) de 2025, auxiliando os trabalhos dos bombeiros na prevenção e combate aos incêndios nas comunidades mais atingidas.</p>
<p>A Sala de Situação Central deverá funcionar com ações de monitoramento entre 1º de junho a 31 de dezembro e fica vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com coordenação geral do Corpo de Bombeiros Militar. O documento estabelece que a estrutura funcionará como órgão consultivo e deliberativo para a fase de resposta aos incêndios florestais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: www.sema.mt.gov.br</p>
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		<title>Governo decide editar MP com crédito extra de R$4 bi para destravar Plano Safra após reclamações do setor</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 21:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) &#8211; O governo federal vai editar uma medida provisória para liberar cerca de R$4 bilhões em créditos extraordinários com o objetivo de destravar as linhas de crédito do Plano Safra enquanto o Orçamento da União não é aprovado pelo Congresso, disse nesta sexta-feira o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após a pasta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="page-title">SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) &#8211; O governo federal vai editar uma medida provisória para liberar cerca de R$4 bilhões em créditos extraordinários com o objetivo de destravar as linhas de crédito do Plano Safra enquanto o Orçamento da União não é aprovado pelo Congresso, disse nesta sexta-feira o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>
<div class="content sem-video sem-materia">
<div class="materia">
<p>Após a pasta anunciar a suspensão de parte dos novos financiamentos por falta de verba, Haddad disse em entrevista a jornalistas que, apesar de o mecanismo não ser contabilizado na meta fiscal do ano, o governo fará com que o gasto fique dentro dos critérios do arcabouço para as contas públicas.</p>
<p>&#8220;É como se tivesse sido aprovado dentro do Orçamento, com os limites do arcabouço fiscal&#8221;, disse, ao ressaltar que não há outra solução possível no momento.</p>
<p>&#8220;Não podemos aguardar o Orçamento ser aprovado. O ministro do Tribunal de Contas da União deixou claro que, efetivamente, sem essa solução que foi encontrada não haveria possibilidade de execução do Plano Safra.&#8221;</p>
<p>Mais cedo nesta sexta-feira a Fazenda disse ter encaminhado ofício ao TCU em busca de respaldo para a retomada imediata das linhas de crédito com recursos equalizados do Plano Safra 2024/25, que foram suspensas pelo Tesouro Nacional.</p>
<p>A pasta disse em nota que a suspensão ocorreu por necessidade legal, já que o Congresso ainda não aprovou Lei Orçamentária Anual (LOA) 2025, e ressaltou que o Pronaf, que atende os pequenos agricultores, segue operando.</p>
<p>Em documento remetido a instituições financeiras, o Tesouro Nacional indicou que os custos com os programas subsidiados cresceram, enquanto especialistas apontam a alta da taxa Selic desde o lançamento do Plano Safra como um fator que impacta as despesas para os financiamentos subvencionados.</p>
<p>Na entrevista, Haddad afirmou que a solução encontrada evita a descontinuidade dos financiamentos do Plano Safra. Segundo ele, as linhas de crédito do programa estarão normalizadas na próxima semana.</p>
<p>A suspensão de tais financiamentos foi anunciada em momento em que produtores do Brasil estão plantando a segunda safra de milho, colhem a soja e iniciam a colheita de arroz. Em outras culturas, como o café, produtores realizam tratos culturais.</p>
<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) lamentou o corte das linhas, apontando que o Plano Safra atual foi anunciado como &#8220;o maior&#8221; da história, mas &#8220;no momento em que os produtores ainda colhem a primeira safra e iniciam o plantio da próxima, os recursos já se esgotaram&#8221;.</p>
<p>&#8220;Culpar o Congresso Nacional pela própria incapacidade de gestão dos gastos públicos não resolverá o problema. A má gestão impacta no aumento dos juros e impede a implementação total dos recursos necessários&#8221;, disse a FPA, após integrantes do governo afirmarem que as linhas foram cortadas pela demora na aprovação da LOA.</p>
<p>Segundo o documento do Tesouro visto pela Reuters, a suspensão foi necessária após a divulgação de nova grade de parâmetros pela Secretária de Política Econômica e ao recebimento de informações atualizadas da previsão de gastos com o estoque de operações rurais contratadas com equalização de taxas de juros.</p>
<p>Conforme o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, que assina o documento, as estimativas dos gastos para 2025 com a subvenção econômica foram atualizadas, mostrando um &#8220;aumento relevante&#8221; das despesas.</p>
<p>Isso aconteceu &#8220;devido à forte elevação nos índices econômicos que compõem os custos das fontes em relação aos utilizados na confecção do Projeto de Lei Orçamentária &#8212; PLOA 2025, ainda em tramitação no Congresso Nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Diante desse quadro e considerando que a Proposta de Lei Orçamentária para o exercício ainda não foi aprovada, determino a suspensão, a partir de 21/02/2025, de novas contratações de financiamentos subvencionados pelo Tesouro Nacional no âmbito do Plano Safra 2024/2025 &#8212; excetuando-se as linhas de financiamento de Pronaf Custeio&#8221;, afirmou o secretário, na circular.</p>
<p>Para o diretor de Novas Estruturas Financeiras da fintech TerraMagna, David Telio, a decisão do Tesouro já era esperada pelo mercado, considerando a variação da Selic, que subiu de 10,5% quando foi anunciado o Plano Safra para 13,25% atualmente.</p>
<p>&#8220;Isto sem falar nos desafios da gestão fiscal do governo federal desde 2023&#8221;, afirmou em nota o diretor da TerraMagna, que vê o financiamento privado através das fintechs do agro, mercado de capitais, Fiagros e bancos substituindo algumas linhas de crédito subsidiado.</p>
<p>&#8220;INSEGURANÇA PARA OS PRODUTORES&#8221;</p>
<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, lamentou o que chamou de falta de compromisso do governo federal com o setor agropecuário. Para Meirelles, a suspensão de novas contratações de financiamento agrícola mostra que há descontrole na política monetária, que vai afetar principalmente os pequenos e médios produtores.</p>
<p>A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), do Estado que é o maior produtor agrícola do Brasil, afirmou que comprometeria &#8220;diretamente a continuidade da produção agropecuária, a segurança alimentar e a estabilidade econômica do setor&#8221;.</p>
<p>&#8220;A agricultura e a pecuária são atividades que demandam previsibilidade e planejamento. A suspensão do crédito rural gera insegurança para os produtores, especialmente no momento em que muitos ainda colhem a safra atual e iniciam o plantio da próxima&#8221;, afirmou a Famato, em nota nesta sexta-feira.</p>
<p>Já o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse que o governo não poderia ser irresponsável e continuar fazendo equalização sem o Orçamento da União aprovado.</p>
<p>De acordo com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o setor privado já aporta R$1 trilhão na produção agropecuária. &#8220;O governo federal atua apenas como complemento, subsidiando parte dos financiamentos. Apesar disso, a falta de controle orçamentário impede um planejamento eficiente&#8221;, disse.</p>
<p>A FPA havia destacado também o impacto da medida para os preços dos alimentos, algo que integrantes do governo têm demonstrado preocupação.</p>
<p>&#8220;Itens da cesta básica, como proteínas e ovos, têm seus custos de produção diretamente afetados, já que as rações utilizadas são produzidas a partir de grãos, culturas impactadas pela falta de recurso&#8221;.</p>
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<p>Fonte: noticiasagricolas.com.br</p>
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		<title>Plano Safra: Tesouro suspende novas contratações de linhas de financiamento</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 15:32:40 +0000</pubDate>
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<h3 class="content-excert text-gray-500 mt-3 mb-0">Medida, que passa a valer a partir desta sexta, não contempla operações de custeio do Pronaf</h3>
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<div class="g-col-12 g-col-lg-4 single-head-bottom-left d-flex align-items-center justify-content-start">
<div class="py-1 px-3 px-md-0 rounded bg-gray-500 bg-opacity-20 bg-sm-none d-flex gap-3 align-items-center">O Tesouro Nacional anunciou nesta quinta-feira (20) a suspensão de novas contratações de financiamentos subvencionados pelo Plano Safra 2024/25. A medida, que passa a valer a partir da sexta (21), não contempla operações de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).</div>
</div>
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<div></div>
<div>Segundo ofício enviado às 25 instituições financeiras operadoras do <strong>crédito </strong>subsidiado, a decisão leva em conta principalmente o aumento na taxa básica de juros.</div>
<div></div>
<div>“Devido à divulgação de nova grade de parâmetros oficial pela Secretaria de Política Econômica no início do presente mês e ao recebimento de informações atualizadas da previsão de gastos com o estoque de operações rurais contratadas com equalização de taxas de juros, as estimativas dos gastos para 2025 com a referida subvenção econômica foram atualizadas, tendo como resultado um aumento relevante dos gastos devido à forte elevação nos índices econômicos que compõem os custos das fontes em relação aos utilizados na confecção do Projeto de Lei Orçamentária – Ploa 2025, ainda em tramitação no Congresso Nacional”, diz o documento assinado pelo secretário do Tesouro, Rogério Ceron.</div>
<div></div>
<div>Na semana passada, o subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, havia sinalizado que o governo poderia realocar saldos de recursos de linhas equalizadas do Plano Safra atual para linhas de financiamento do Pronaf, nas quais há esgotamento de recursos.</div>
<div></div>
<div>Fonte: canalrural.com.br</div>
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