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	<title>Arquivo de credito rural - Vertice</title>
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	<description>Soluções técnicas em agrimensura, planejamento agropecuário e consultoria ambiental. Atuamos em todas as etapas, da medição de terrenos à regularização e viabilidade de projetos. Unidades em Rondonópolis e Primavera do Leste, Mato Grosso.</description>
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		<title>CRÉDITO RURAL E PRODES: COMO AS NOVAS REGRAS AMBIENTAIS PODEM IMPACTAR O FINANCIAMENTO DA SUA PROPRIEDADE</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2026/06/08/credito-rural-e-prodes-como-as-novas-regras-ambientais-podem-impactar-o-financiamento-da-sua-propriedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[credito rural]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acesso ao crédito rural está entrando em uma nova fase no Brasil. As recentes mudanças nas regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) trouxeram uma novidade que exige a atenção de todos os produtores rurais: as informações ambientais obtidas por satélite passarão a influenciar diretamente a concessão de financiamentos agropecuários. Na prática, isso significa que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17791" src="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1.png" alt="" width="1747" height="900" srcset="https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1.png 1747w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-300x155.png 300w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-1024x528.png 1024w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-768x396.png 768w, https://verticemt.com.br/wp-content/uploads/2026/06/credito-prodes-1-1536x791.png 1536w" sizes="(max-width: 1747px) 100vw, 1747px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso ao crédito rural está entrando em uma nova fase no Brasil. As recentes mudanças nas regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) trouxeram uma novidade que exige a atenção de todos os produtores rurais: as informações ambientais obtidas por satélite passarão a influenciar diretamente a concessão de financiamentos agropecuários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso significa que a situação ambiental da propriedade rural deixa de ser apenas uma questão de conformidade legal e passa a impactar diretamente o acesso ao crédito, a competitividade do negócio e até mesmo as oportunidades comerciais futuras.</span></p>
<p><b>O que é o PRODES?</b><span style="font-weight: 400;"> O PRODES é um sistema desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para monitorar a supressão da vegetação nativa por meio de imagens de satélite. Seu objetivo é identificar áreas onde houve remoção da vegetação natural, produzindo informações que são utilizadas por órgãos públicos, instituições financeiras e diversas entidades ligadas ao meio ambiente.</span></p>
<p><b>O que muda para o crédito rural?</b><span style="font-weight: 400;"> De acordo com as novas normas editadas pelo CMN, as instituições financeiras deverão considerar, na análise de crédito rural, as ocorrências de supressão de vegetação nativa identificadas pelo sistema PRODES a partir de </span><b>31 de julho de 2019</b><span style="font-weight: 400;">, considerada a data de referência para a aplicação dos novos critérios ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imóveis rurais que possuam polígonos de supressão de vegetação registrados após essa data poderão ser submetidos a verificações adicionais ou, caso não comprovem sua regularidade ambiental, impedidos de acessar o crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para permitir a adaptação do setor produtivo, a implementação dessas exigências ocorrerá de forma escalonada, de acordo com o porte do imóvel rural:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis com área superior a 15 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>4 de janeiro de 2027</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis entre 4 e 15 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>1º de julho de 2027</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Imóveis com até 4 módulos fiscais:</b><span style="font-weight: 400;"> aplicação das exigências a partir de </span><b>3 de janeiro de 2028</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><b>A Visão do Especialista: O que fazer agora?</b><span style="font-weight: 400;"> Diante desse novo cenário, a principal recomendação não é o pânico, mas sim a </span><b>antecipação</b><span style="font-weight: 400;">. O primeiro passo para qualquer produtor rural é realizar uma avaliação técnica preventiva do imóvel junto a uma equipe ambiental especializada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa análise permitirá identificar se existem polígonos de supressão nas bases do PRODES associados à propriedade e, principalmente, verificar se tais ocorrências correspondem efetivamente à realidade do local. É importante destacar que nem toda detecção realizada por satélite representa necessariamente um passivo ambiental; em diversos casos, ocorrem os chamados </span><b>falsos positivos</b><span style="font-weight: 400;">, gerados por interpretações equivocadas da imagem.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Em caso de Falso Positivo:</b><span style="font-weight: 400;"> É possível elaborar um Laudo Técnico para apresentação ao INPE, demonstrando a inconsistência da detecção e solicitando a correção da base oficial do PRODES, providência fundamental para evitar restrições indevidas ao crédito.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Em caso de Supressão Efetiva:</b><span style="font-weight: 400;"> O caminho passa pelas alternativas de regularização previstas na legislação, especialmente por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA).</span></li>
</ul>
<p><b>Por que você não deve esperar os prazos finais?</b><span style="font-weight: 400;"> Embora estejamos em uma fase de transição, processos como a correção de inconsistências cadastrais, a revisão de apontamentos no INPE e a regularização ambiental podem demandar meses para sua conclusão. Ao contrário do que muitos imaginam, o principal risco não está na existência de uma ocorrência PRODES, mas sim na </span><b>falta de tempo hábil</b><span style="font-weight: 400;"> para solucionar a pendência quando as exigências passarem a ser aplicadas pelos bancos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A regularidade ambiental tornou-se uma tendência irreversível, assumindo papel relevante nos processos de financiamento, certificação, rastreabilidade e comercialização. O produtor que realiza um diagnóstico antecipado ganha tempo, reduz riscos, amplia seu acesso ao crédito e fortalece sua posição perante um mercado nacional e internacional cada vez mais exigente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um cenário onde a conformidade ambiental se tornou um ativo econômico, a antecipação deixou de ser uma opção e passou a ser uma estratégia de gestão. </span><b>A mensagem é simples: não espere o banco apontar um problema para descobrir a situação ambiental da sua propriedade.</b></p>
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		<title>Banco Central evitou liberação de R$ 6,2 bilhões em crédito rural por irregularidades ambientais</title>
		<link>https://verticemt.com.br/2024/09/13/banco-central-evitou-liberacao-de-r-62-bilhoes-em-credito-rural-por-irregularidades-ambientais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vertice MT]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 19:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[credito rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 30 mil operações deixaram de ser efetivadas apenas no primeiro semestre de 2024 &#160; Após o Banco Central apertar o cerco contra a concessão de crédito bancário a produtores com inconsistências no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e com áreas embargadas, mais de 30 mil operações no valor de R$ 6,2 bilhões deixaram de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://verticemt.com.br/2024/09/13/banco-central-evitou-liberacao-de-r-62-bilhoes-em-credito-rural-por-irregularidades-ambientais/">Banco Central evitou liberação de R$ 6,2 bilhões em crédito rural por irregularidades ambientais</a> apareceu primeiro em <a href="https://verticemt.com.br">Vertice</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Mais de 30 mil operações deixaram de ser efetivadas apenas no primeiro semestre de 2024</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Após o Banco Central apertar o cerco contra a concessão de crédito bancário a produtores com inconsistências no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e com áreas embargadas, mais de 30 mil operações no valor de R$ 6,2 bilhões deixaram de ser efetivadas apenas no primeiro semestre de 2024. Foram casos de áreas do empreendimento fora do registro ou com o certificado sem relação com a localização do imóvel.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Outras 1,2 mil operações foram vetadas pelo BC de janeiro a junho deste ano devido ao não atendimento de outros critérios socioambientais vinculados ao financiamento. Esses itens são verificados e cruzados com diversas bases de dados, inclusive as do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no chamado Bureau de Crédito Rural do BC. Os financiamentos impedidos somavam R$ 726,2 milhões.</p>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Desde 2020, o sistema de verificação do Banco Central já vetou mais de 2,2 mil operações devido ao não atendimento aos critérios sociais e ambientais exigidos para concessão de crédito rural. O valor dos financiamentos ultrapassaria R$ 1 bilhão. Nesse período, produtores rurais de todo o país acessaram mais de R$ 1,4 trilhão em empréstimos bancários.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Sobre as mais de 30 mil operações evitadas, o BC explicou que são tentativas de registro de operação bloqueadas devido a inconformidades sociais ou ambientais, ou inconsistências relativas ao CAR, mas que podem ser efetivadas se o problema identificado for resolvido.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Os dados estão no Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos. Segundo o BC, 64 entidades foram supervisionadas no período, dez delas com atuação concentrada na Amazônia. O monitoramento do Bureau de Crédito Rural resultou em 68 sinalizações, na emissão de dez súmulas de apontamentos e na desclassificação de 342 operações.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">“Desse modo, após o tratamento e a análise de dados pelo BC, as entidades supervisionadas passaram a ser confrontadas com indícios de operações com maiores riscos frente às próprias políticas e limites internos, colaborando para o aperfeiçoamento da supervisão prudencial dos riscos sociais, ambientais e climáticos no Sistema Financeiro Nacional”, diz o relatório.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">O Bureau do BC cruza as informações de georreferenciamento de cada operação de crédito rural registrada nas instituições financeiras com uma série de bancos de dados do governo nas áreas sociais (para checar se a empresa ou produto não tem registro ou acusação de trabalho análogo ao de escravo) e ambientais (para verificar possíveis embargos ou sobreposições) e se estão fora de terras indígenas.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">
</div>
</div>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Controle rígido</h2>
</div>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">O controle ficou mais rígido com a publicação da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) 5.081/2023, que veda a concessão de financiamentos bancários, com e sem subvenção federal, a propriedades que não estejam inscritas ou cuja inscrição no CAR esteja cancelada ou suspensa.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">A resolução também amplia impedimentos sociais, ambientais e climáticos para o acesso ao crédito rural, como a extensão a todos os biomas da vedação ao financiamento da área total de imóveis rurais com embargos por desmatamento ilegal, mesmo que esses sejam parciais. Antes, essa restrição era aplicada apenas na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">A medida é alvo de críticas e de pedidos de alteração por parte do setor produtivo, principalmente em relação aos embargos. Propostas de revisão têm sido discutidas em âmbito ministerial.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Uma ala defende a rigidez no tratamento das áreas embargadas, para coibir ilegalidades e passar uma mensagem dura a quem tenta transgredir as regras. Essa parcela do governo lembra que há regras para a suspensão das restrições com a regularização da obra ou atividade que as motivou, por decisão da autoridade ambiental. Segundo o Ibama, entre 2019 e 2023 foram lavrados mais de 16 mil termos de embargo e emitidas 2,5 mil decisões de desembargo.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Entidades de produtores dizem que a resolução expandiu o conceito de embargo, que se limitaria à área afetada e não à propriedade inteira. A justificativa é que algumas ocorrências que levam ao embargo podem não ter relação com intenção ou culpa do produtor. A intenção é que o veto ao crédito seja direcionado aos limites do local embargado e não a todo o imóvel rural.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">&#8220;A decisão de bloquear o crédito para a totalidade das áreas embargadas fere a legislação, ignora conceitos legais e afronta as garantias constitucionais dos produtores rurais. O embargo é um ato administrativo notoriamente ineficiente, e, não raramente, erros em sua aplicação se arrastam por anos sem solução&#8221;, disse Thiago Rocha, presidente da Câmara de Modernização do Crédito do Ministério da Agricultura.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Para Rocha, ampliar o conceito de embargo para vedar crédito ao empreendimento em sua integralidade pode incentivar alterações no Código Florestal. &#8220;Precisamos de uma solução mais eficiente para coibir condutas lesivas ao meio ambiente, sem infringir os direitos fundamentais daqueles que se esforçam para cumprir todo o nosso arcabouço legal&#8221;, completou.</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Paulo Pichetti, diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, disse que é possível, em tempo real, olhar os pedidos de concessão de crédito rural atualmente. “De agora em diante, esse é um instrumento poderosíssimo que usamos de forma contínua para fazer o papel de direcionar os recursos de crédito do Sistema Financeiro Nacional para atividades que sejam sustentáveis”, disse, em evento online nessta segunda-feira (2/9).</p>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Mariana Stussi, analista do Climate Policy Initiative (CPI/PUC-Rio) disse que ainda é preciso avançar no monitoramento do desmatamento nas propriedades tomadoras de crédito rural, exigir a comprovação de autorização para supressão da mata e suspender a concessão do financiamento a quem não conseguir comprovar sua regularidade. Segundo ela, a incorporação de dados de uso da terra, como do Prodes e do MapBiomas, aos dados do BC pode permitir a emissão de alertas às instituições financeiras caso seja detectado algum desmatamento.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">“A evolução contínua dessas normas, assim como sua implementação e verificação, é importante para promover a sustentabilidade no crédito rural”, completou Priscila Souza, gerente sênior de Avaliação de Política Pública do CPI/PUC-Rio.</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Recomendação meio do texto">Fonte: https://globorural.globo.com</p>
</div>
</div>
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<p>O post <a href="https://verticemt.com.br/2024/09/13/banco-central-evitou-liberacao-de-r-62-bilhoes-em-credito-rural-por-irregularidades-ambientais/">Banco Central evitou liberação de R$ 6,2 bilhões em crédito rural por irregularidades ambientais</a> apareceu primeiro em <a href="https://verticemt.com.br">Vertice</a>.</p>
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